OBJETOS DE APRENDIZAGEM ACESSÍVEIS
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/2277
http://www.proativa.vdl.ufc.br/oa.ph
phttp://cesta.cinted.ufrgs.br/cesta.login.php
PARA PESQUISAS
sábado, 30 de agosto de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
http;//tecendoredesdeideias.blogspot.com.br
Espaço para os profissionais que atuam na EJA para divulgarem junto a Gerencia da Educação de Jovens e Adultos e visualizarem os trabalhos realizados na Rede Municipal de Mesquita.
Espaço para os profissionais que atuam na EJA para divulgarem junto a Gerencia da Educação de Jovens e Adultos e visualizarem os trabalhos realizados na Rede Municipal de Mesquita.
http://mesquita.rj.gov.br/?p=13544
E mesquita fazendo a diferença no processo ensino aprendizagem em seu cotidiano com os profissionais da EJA contemplando seus alunos.
E mesquita fazendo a diferença no processo ensino aprendizagem em seu cotidiano com os profissionais da EJA contemplando seus alunos.
sábado, 28 de junho de 2014
Política Nacional de Educação Especial
TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS
Tecnologias de Informação e Comunicação
Acessíveis e Política Nacional de Educação Especial
Diretrizes da Política
Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva
A educação especial é uma
modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades,
realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e
serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem
nas turmas comuns do ensino regular.
O atendimento educacional
especializado tem como função identificar, elaborar e organizar recursos
pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena
participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As
atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado
diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo
substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação
dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
Dentre as atividades de
atendimento educacional especializado são disponibilizados programas de
enriquecimento curricular, o ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação
e sinalização e tecnologia assistiva. Ao longo de todo o processo de
escolarização esse atendimento deve estar articulado com a proposta pedagógica
do ensino comum. O atendimento educacional especializado é acompanhado por meio
de instrumentos que possibilitem monitoramento e avaliação da oferta realizada
nas escolas da rede pública e nos centros de atendimento educacional
especializados públicos ou conveniados.
O acesso à educação tem início na
educação infantil, na qual se desenvolvem as bases necessárias para a
construção do conhecimento e desenvolvimento global do aluno. Nessa etapa, o
lúdico, o acesso às formas diferenciadas de comunicação, a riqueza de estímulos
nos aspectos físicos, emocionais, cognitivos, psicomotores e sociais e a convivência
com as diferenças favorecem as relações interpessoais, o respeito e a
valorização da criança. Do nascimento aos três anos, o atendimento educacional
especializado se expressa por meio de serviços de estimulação precoce, que
objetivam otimizar o processo de desenvolvimento e aprendizagem em interface
com os serviços de saúde e assistência social.
Em todas as etapas e modalidades
da educação básica, o atendimento educacional especializado é organizado para
apoiar o desenvolvimento dos alunos, constituindo oferta obrigatória dos
sistemas de ensino. Deve ser realizado no turno inverso ao da classe comum, na
própria escola ou centro especializado que realize esse serviço educacional.
Desse modo, na modalidade de educação de jovens e adultos e educação profissional,
as ações da educação especial possibilitam a ampliação de oportunidades de
escolarização, formação para ingresso no mundo do trabalho e efetiva
participação social.
A interface da educação especial
na educação indígena, do campo e quilombola deve assegurar que os recursos,
serviços e atendimento educacional especializado estejam presentes nos projetos
pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos.
Na educação superior, a educação
especial se efetiva por meio de ações que promovam o acesso, a permanência e a
participação dos alunos. Estas ações envolvem o planejamento e a organização de
recursos e serviços para a promoção da acessibilidade arquitetônica, nas
comunicações, nos sistemas de informação, nos materiais didáticos e
pedagógicos, que devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no
desenvolvimento de todas as atividades que envolvam o ensino, a pesquisa e a
extensão.
Para o ingresso dos alunos surdos
nas escolas comuns, a educação bilíngüe – Língua Portuguesa/Libras desenvolve o
ensino escolar na Língua Portuguesa e na língua de sinais, o ensino da Língua
Portuguesa como segunda língua na modalidade escrita para alunos surdos, os
serviços de tradutor/intérprete de Libras e Língua Portuguesa e o ensino da Libras
para os demais alunos da escola. O atendimento educacional especializado para
esses alunos é ofertado tanto na modalidade oral e escrita quanto na língua de
sinais. Devido à diferença lingüística, orienta-se que o aluno surdo esteja com
outros surdos em turmas comuns na escola regular.
O atendimento educacional
especializado é realizado mediante a atuação de profissionais com conhecimentos
específicos no ensino da Língua Brasileira de Sinais, da Língua Portuguesa na
modalidade escrita como segunda língua, do sistema Braille, do Soroban, da
orientação e mobilidade, das atividades de vida autônoma, da comunicação
alternativa, do desenvolvimento dos processos mentais superiores, dos programas
de enriquecimento curricular, da adequação e produção de materiais didáticos e
pedagógicos, da utilização de recursos ópticos e não ópticos, da tecnologia
assistiva e outros.
A avaliação pedagógica como
processo dinâmico considera tanto o conhecimento prévio e o nível atual de
desenvolvimento do aluno quanto às possibilidades de aprendizagem futura,
configurando uma ação pedagógica processual e formativa que analisa o
desempenho do aluno em relação ao seu progresso individual, prevalecendo na
avaliação os aspectos qualitativos que indiquem as intervenções pedagógicas do
professor. No processo de avaliação, o professor deve criar estratégias
considerando que alguns alunos podem demandar ampliação do tempo para a
realização dos trabalhos e o uso da língua de sinais, de textos em Braille, de
informática ou de tecnologia assistiva como uma prática cotidiana.
Cabe aos sistemas de ensino, ao
organizar a educação especial na perspectiva da educação inclusiva,
disponibilizar as funções de instrutor, tradutor/intérprete de Libras e
guia-intérprete, bem como de monitor ou cuidador dos alunos com necessidade de
apoio nas atividades de higiene, alimentação, locomoção, entre outras, que
exijam auxílio constante no cotidiano escolar.
Para atuar na educação especial,
o professor deve ter como base da sua formação, inicial e continuada,
conhecimentos gerais para o exercício da docência e conhecimentos específicos
da área. Essa formação possibilita a sua atuação no atendimento educacional
especializado aprofunda o caráter interativo e interdisciplinar da atuação nas
salas comuns do ensino regular, nas salas de recursos, nos centros de
atendimento educacional especializado, nos núcleos de acessibilidade das
instituições de educação superior, nas classes hospitalares e nos ambientes
domiciliares, para a oferta dos serviços e recursos de educação especial.
Para assegurar a
intersetorialidade na implementação das políticas públicas a formação deve
contemplar conhecimentos de gestão de sistema educacional inclusivo, tendo em
vista o desenvolvimento de projetos em parceria com outras áreas, visando à
acessibilidade arquitetônica, aos atendimentos de saúde, à promoção de ações de
assistência social, trabalho e justiça.
Os sistemas de ensino devem
organizar as condições de acesso aos espaços, aos recursos pedagógicos e à
comunicação que favoreçam a promoção da aprendizagem e a valorização das
diferenças, de forma a atender as necessidades educacionais de todos os alunos.
A acessibilidade deve ser assegurada mediante a eliminação de barreiras
arquitetônicas, urbanísticas, na edificação – incluindo instalações,
equipamentos e mobiliários – e nos transportes escolares, bem como as barreiras
nas comunicações e informações.
terça-feira, 10 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
Ambiente Sala de leitura
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